Após denúncias em redes sociais a Prefeitura de Macapá agiu rápido nesta terça-feira (8) para remover o lixo hospitalar acumulado em Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Contudo, a medida pontual não mascara o problema crônico da deficiência na coleta de lixo que assola a cidade. Moradores de diversos bairros relatam semanas sem o recolhimento de resíduos domiciliares, transformando ruas em focos de sujeira e atraindo vetores como ratos, urubus e cães, que espalham ainda mais o material.
Risco sanitário nas UBSs e medidas paliativas
A situação do lixo hospitalar nas UBSs era alarmante. Funcionários, que preferiram não se identificar por medo de represálias, denunciaram que o lixo estava sendo escondido atrás das unidades, gerando um acúmulo que representava sérios riscos à saúde da população. A intervenção da prefeitura para a retirada desses resíduos é um paliativo necessário, mas não aborda a raiz da crise.
Bairros submersos em sujeira
Apesar da ação nas UBSs, a coleta de lixo domiciliar continua precária em Macapá. Diversas comunidades enfrentam a sobrecarga de sacos e montes de lixo nas calçadas e vias públicas, criando um ambiente insalubre e propício à proliferação de doenças. A imagem de ratos, urubus e cães revirando o lixo é uma constante em muitos bairros, expondo a falha no serviço essencial.
Prefeito de Macapá, Antônio Furlan segue em silêncio sem dizer a causa do problema, muito menos quando normalizará definitivamente a coleta de lixo.
