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Sexta-feira, 23 de Janeiro 2026

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Furlan chega ao último recurso para escapar de dívida milionária com a Siãothur

Prefeitura de Macapá tenta evitar pagamento de mais de R$ 14 milhões após nova decisão do Superior Tribunal de Justiça.

Furlan chega ao último recurso para escapar de dívida milionária com a Siãothur
Prefeitura de Macapá tenta no STJ evitar pagamento de dívida de R$ 14 milhões à Siãothur
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A Prefeitura de Macapá, comandada por Antônio Furlan, entrou com o último recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar evitar o pagamento de uma dívida superior a R$ 14 milhões à empresa Viação Policarpos Ltda. (Siãothur).

A decisão foi tomada após o presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, determinar a distribuição do processo para análise por um ministro da Corte.

O que está sendo julgado

O Município tenta reverter uma condenação judicial que obriga o pagamento à empresa responsável pelo transporte coletivo em Macapá.

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Até agora, a Prefeitura perdeu:

  • No 1º grau
  • No Tribunal de Justiça do Amapá
  • Na tentativa de envio de recurso ao STJ

O agravo em recurso especial é a última tentativa para impedir a execução da dívida.

Valor da dívida

💰 R$ 14,1 milhões
Esse valor corresponde à condenação imposta à Prefeitura em favor da Viação Policarpos Ltda. (Siãothur).

A quantia ainda pode aumentar por:

  • Correção monetária
  • Juros
  • Custas judiciais

Trâmite no STJ

O processo estava parado porque o Tribunal de Justiça do Amapá havia impedido o envio do recurso ao STJ.

Agora, com a decisão do ministro Herman Benjamin, o caso foi:
📄 Distribuído para um ministro relator
Isso permite a análise final do recurso apresentado pelo Município.

Risco de execução judicial

Se o STJ rejeitar o recurso, a Prefeitura poderá sofrer:

⚠️ Consequências legais

  • Bloqueio de contas
  • Penhora de valores
  • Execução judicial da dívida

Nesse cenário, o pagamento passa a ser obrigatório.

O que a Prefeitura tenta evitar

O objetivo do recurso é impedir:

  • O desembolso imediato dos R$ 14 milhões
  • O início da fase de cobrança judicial

A Procuradoria do Município sustenta que ainda há pontos legais a serem analisados.

De Bubuia

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