A Academia de Advogados Escritores da OAB no Amapá (Acade-OAB/AP) foi instalada nesta sexta-feira (28), no auditório Pedro Petcov, em Macapá. A sessão marcou a posse da 1ª diretoria da ACADE-OAB/AP e reuniu autoridades jurídicas e representantes de academias literárias.
A Acade-OAB/AP é uma iniciativa inédita na instituição. O projeto, conduzido pelo presidente da OAB/AP, Israel da Graça, busca valorizar a produção literária, científica e cultural dos advogados do estado, além de aproximar a advocacia da sociedade por meio do conhecimento e da escrita.
Durante a cerimônia, os integrantes da primeira diretoria foram chamados individualmente para receber seus termos de posse entregues pelo presidente da Ordem. Após a composição do dispositivo oficial, todos entoaram o Hino Nacional.
Em seguida, Israel das Graças declarou oficialmente instalada a Academia e destacou como surgiu a ideia, seus objetivos e os primeiros passos para sua criação. Ele também informou que uma nova sessão solene será realizada para dar posse aos demais membros.
O presidente anunciou ainda que o Conselho Federal da OAB pretende discutir a criação de uma academia semelhante em nível nacional.
O recém-empossado presidente elogiou a iniciativa da OAB/AP e destacou a escolha do Presidente José Sarney como Patrono Emérito. Ele ressaltou o papel decisivo de Sarney como advogado da Seccional, ex-presidente da República, senador pelo Amapá e membro decano da Academia Brasileira de Letras.
Besaliel também reconheceu o compromisso da gestão da OAB com diversidade e acessibilidade.
O advogado Lima Jr. Representando o presidente da Academia de Letras Evangélica Amapaense, parabenizou a OAB/AP pela criação da nova entidade literária e desejou sucesso à iniciativa.
À frente da Academia Amapaense de Letras, a mais antiga academia literária do estado, Paulo Guerra celebrou o momento histórico e colocou a AAL à disposição para apoiar o fortalecimento institucional da nova academia jurídica-literária.
A nova academia fortalece a relação entre Direito, literatura e produção intelectual no estado. A iniciativa amplia espaços de diálogo entre a advocacia e as instituições culturais, incentivando obras, pesquisas e atividades que valorizem a história e a formação jurídica amapaense.
