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Domingo, 15 de Março 2026

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Mercado Central de Macapá convida turistas a viver histórias, sabores e memórias

Agende-se. Patrimônio cultural inaugurado em 1953, espaço tradicional foi revitalizado em 2020 e hoje atrai visitantes em busca de identidade, gastronomia e curiosidades históricas

Mercado Central de Macapá convida turistas a viver histórias, sabores e memórias
Fotos: Blog Porta Retrato, Max Renê, Henrique Silveira
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Quem chega ao Mercado Central de Macapá não encontra apenas boxes de venda ou barracas de comida. Encontra um pedaço da história da cidade que sobreviveu ao tempo e se reinventou sem perder sua identidade. Ali, cada tijolo guarda memórias de comerciantes pioneiros, imigrantes que apostaram no Amapá e famílias que fizeram do espaço um coração cultural e econômico da capital.

Antigo mercado central

Inaugurado em 13 de setembro de 1953, o Mercado foi projetado no estilo colonial e desde então se tornou ponto de encontro da população. Passou por gerações, viu a cidade crescer e foi palco de milhares de histórias cotidianas.

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Em 2020, recebeu uma grande revitalização, obra realizada na gestão do então prefeito Clécio Luís, hoje governador do Amapá, que garantiu a modernização da estrutura sem apagar sua alma original. "O Mercado Central tem um significado muito grande para a compreensão da história econômica do Estado", afirmou na ocasião.

O projeto contou com recursos de emenda do senador Randolfe Rodrigues, responsável por garantir o investimento que possibilitou a obra. “O Mercado Central é parte da nossa memória coletiva. É um espaço que preserva tradições e agora, revitalizado, também projeta o futuro da economia criativa de Macapá”, disse Randolfe na inauguração.

Tradição e modernidade

Hoje, o espaço abriga 63 boxes, onde é possível encontrar de tudo: hortifrútis, ervas medicinais, artesanato, gastronomia regional e até símbolos religiosos. Ali convivem permissionários que trabalham há mais de quatro décadas, como na famosa “Cabana do Preto Velho”, e jovens empreendedores que transformam tradição em economia criativa.

A revitalização também trouxe novos atrativos: área gourmet, chafariz, calçamento e espaços instagramáveis, que ampliaram o interesse de turistas e moradores em redescobrir o local.

Memórias vivas

Mais do que comércio, o Mercado Central é memória viva da cidade. Foi porta de entrada para famílias japonesas nos anos 1950, que ajudaram a impulsionar a economia local, e continua sendo espaço de resistência cultural. Visitar o mercado é passear por histórias que unem fé, tradição, sabores e identidade amapaense. É sentir o cheiro das ervas, provar uma comida típica e ouvir os relatos de quem transformou o espaço em parte de sua própria vida.

📌 Box: 5 curiosidades sobre o Mercado Central de Macapá

1️⃣ Aniversário simbólico – Foi inaugurado em 13 de setembro de 1953, na mesma data de criação do Território Federal do Amapá, tornando-se ícone da capital.

2️⃣ Projeto colonial – O prédio foi desenhado por Mestre Júlio, arquiteto carioca responsável por outros marcos históricos de Macapá.

3️⃣ Mais de 60 boxes – Hoje são 63 permissionários, oferecendo desde frutas, verduras e temperos a artesanato, ervas medicinais e comidas típicas.

4️⃣ História de imigrantes – O espaço foi porta de entrada para famílias japonesas nos anos 1950, que ajudaram a movimentar a economia local.

5️⃣ Revitalização moderna – Após décadas de uso, recebeu reforma em 2020, com R$ 2 milhões de investimento, mantendo identidade histórica e ganhando áreas gourmet e culturais.

De Bubuia

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