Com o aumento de síndromes respiratórias, o Hospital de Oiapoque adotou mudanças para reduzir riscos de contaminação. As medidas afetam pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde, com reforço no uso de máscaras, reorganização de fluxos e ampliação da vacinação dentro da própria unidade.
Entre as ações adotadas está a orientação para que profissionais de saúde com sintomas gripais realizem testagem e avaliação médica, evitando a circulação de vírus dentro do ambiente hospitalar.
A unidade também reforçou a atualização da carteira vacinal dos servidores. O hospital mantém salas de vacinação ativas, facilitando o acesso dos trabalhadores à imunização sem necessidade de deslocamento.
O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) segue obrigatório em todos os setores, com fiscalização permanente. Para atendimentos relacionados a síndromes respiratórias, o uso de máscara tornou-se regra para pacientes e acompanhantes.
Segundo a direção do hospital, as medidas buscam proteger tanto quem procura atendimento quanto quem atua na linha de frente da assistência.
“A prioridade é garantir um ambiente seguro. Por isso, reforçamos a testagem de profissionais sintomáticos, o uso de máscaras, a etiqueta respiratória e a vacinação”, afirmou Natalia Coutinho, diretora da unidade.
Como parte do plano de contingência, houve também a reorganização dos fluxos de pacientes, com adaptação de enfermarias específicas para sintomáticos gripais. A estratégia reduz o risco de contaminação cruzada entre pacientes internados por outras causas.

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