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Domingo, 12 de Abril 2026

Notícias/Saúde

No lugar da dor, ação de Páscoa cria momento raro e transforma rotina hospitalar

No Sábado de Aleluia, hospital ganha nova atmosfera e mostra que saúde também passa por afeto e presença.

No lugar da dor, ação de Páscoa cria momento raro e transforma rotina hospitalar
Governador Clécio leva Páscoa ao hospital e protagoniza momento que emociona. Fotos: Márcia do Carmo
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No hospital, o tempo costuma andar devagar. Passos contidos, vozes baixas, olhares atentos. Mas neste sábado (4), algo escapou da rotina: a leveza entrou sem pedir licença.

“Cuidar das pessoas também é garantir dignidade, atenção e carinho, especialmente em momentos delicados como a internação. Esta é a primeira Páscoa do Hospital da Criança e do Adolescente, e queremos que ela seja marcada por acolhimento, esperança e alegria para cada criança, família e servidor aqui presente”, afirmou o governador Clécio Luís.

Era Sábado de Aleluia. Enquanto do lado de fora o mundo seguia seu ritmo, dentro do Novo Hospital da Criança e do Adolescente, em Macapá, o silêncio ganhou música, e a apreensão dividiu espaço com o riso.

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A Páscoa chegou ali como um intervalo improvável.

Com brincadeiras, distribuição de brindes e momentos de interação, o ambiente hospitalar foi redesenhado por algumas horas. Não era só uma ação simbólica. Era um respiro. Um daqueles raros instantes em que a infância consegue existir mesmo cercada por exames, medicações e incertezas.

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Pais acompanharam de perto. Muitos com o olhar cansado de quem vive dias longos demais. Ainda assim, havia algo diferente no ar. Talvez a sensação de que, por alguns minutos, o hospital deixou de ser apenas lugar de dor.

A ideia de cuidado ampliado também foi destacada pelo secretário de Estado da Saúde, Rinaldo Martins. Para ele, a saúde não se resume ao tratamento clínico.

“Nosso objetivo é fortalecer uma saúde cada vez mais humanizada, que enxergue o paciente para além do tratamento clínico, considerando também seu bem-estar emocional e social”, disse.

A diretora da unidade, Cleude Rodrigues, resumiu o que talvez tenha sido mais visível naquele fim de tarde: a diferença que pequenos gestos podem fazer.

“Sabemos que a internação é um período sensível. Por isso, buscamos proporcionar experiências que levem alegria, conforto e acolhimento para as crianças e seus familiares”, destacou.

No calendário, era apenas mais uma data simbólica. Mas, dentro daquele hospital, a Páscoa não falou de tradição. Falou de presença.

E, por algumas horas, isso foi suficiente.

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