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Domingo, 12 de Abril 2026

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Prefeito de Macapá renuncia um dia depois da operação da Polícia Federal

O documento foi protocolado na Câmara Municipal de Macapá às 8h10 manhã de hoje. Na carta renúncia ele não menciona a investigação.

Prefeito de Macapá renuncia um dia depois da operação da Polícia Federal
Renúncia ocorre após operação e prefeito deixa o cargo sem dar nenhuma explicação
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O prefeito de Macapá, Antônio Paulo de Oliveira Furlan, apresentou renúncia ao mandato um dia após ser alvo da Operação Paroxismo, deflagrada pela Polícia Federal para investigar suspeitas de irregularidades em contratos da saúde municipal.

O documento foi protocolado na Câmara Municipal de Macapá às 8h10 manhã de hoje. Mas a data da carta é da quarta-feira (4), dia da segunda fase da Operação Paroxismo.

A operação policial ocorreu na quarta-feira (4) e resultou em buscas, apreensões e no afastamento do prefeito por decisão do Supremo Tribunal Federal.

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Na comunicação oficial encaminhada ao presidente da Câmara Municipal, vereador Pedro dos Santos Martins (Pedro DaLua), Furlan afirma que deixa o cargo para disputar o governo do Amapá nas eleições de 2026.

Segundo o documento, a decisão teria sido motivada por um “anseio público” apontado por pesquisas eleitorais que indicariam apoio à candidatura.

Renúncia ocorreu no dia seguinte da operação

A carta foi assinada após a deflagração da Operação Paroxismo, que investiga suspeitas de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em contratos da área da saúde em Macapá.

Carta não menciona investigação

A carta de renúncia não faz qualquer referência à investigação em curso.

No texto, o prefeito afirma que a decisão segue a regra prevista no artigo 14 da Constituição Federal, que exige que prefeitos deixem o cargo até seis meses antes da eleição caso pretendam disputar outro cargo.

O documento também cita o artigo 226 da Lei Orgânica do Município de Macapá, que prevê a perda do mandato por renúncia formal apresentada à Câmara Municipal

Câmara deve formalizar vacância do cargo

Com a comunicação oficial, caberá agora à Câmara Municipal de Macapá declarar a vacância do cargo de prefeito.

A Lei Orgânica estabelece que, após a renúncia formal, o mandato é considerado extinto mediante leitura do documento em plenário.

Errata: o conteúdo foi alterado
Diferentemente do informado anteriormente, a Operação Paroxismo foi deflagrada na quarta-feira (4) e a renúncia do prefeito Antônio Furlan foi apresentada no dia seguinte, quinta-feira (5), embora a carta date do dia 4. A informação já foi corrigida.

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