O Projeto Samuzinho 2026 abriu inscrições no Amapá para crianças e adolescentes de 8 a 14 anos e para monitores voluntários. A iniciativa é do Governo do Estado, por meio do Samu, e será realizada em Macapá. Ao todo, são 100 vagas para o público infantojuvenil, com atividades voltadas à educação em saúde, primeiros socorros e cidadania.
O lançamento dos editais ocorreu na sexta-feira (12), no auditório da Central de Regulação do Samu, em Macapá, marcando o início de mais um ciclo do projeto. 📌 LEIA OS EDITAIS AQUI
O Samuzinho é executado pelos coordenadores do programa e pelo Núcleo de Educação em Urgência (NEU), com orientação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). A proposta é aproximar crianças e jovens do universo da saúde, da prevenção e do cuidado coletivo.
Segundo o diretor do Samu, Donato Farias, o projeto tem impacto direto na formação cidadã dos participantes e na criação de uma cultura de prevenção no estado.
Quem pode participar do Projeto Samuzinho
Podem se inscrever crianças e adolescentes com idade entre 8 e 14 anos, regularmente matriculados em escolas públicas ou particulares.
Também é exigida a caderneta de vacinação atualizada no ato da inscrição.
Como funcionam as atividades
Os encontros do Projeto Samuzinho 2026 ocorrerão aos sábados, duas vezes por mês, sempre no período da manhã.
Durante o programa, os participantes terão aulas práticas e lúdicas sobre primeiros socorros, atividades cívicas e acompanhamento supervisionado de atendimentos de saúde.
Seleção de monitores voluntários
Além das vagas para crianças, o Governo do Amapá abriu o processo seletivo para monitores voluntários do Projeto Samuzinho 2026.
Voluntários podem se inscrever aqui!
Podem participar acadêmicos dos cursos de enfermagem, medicina, fisioterapia, odontologia, nutrição, farmácia, educação física, pedagogia, psicologia, design e jornalismo.
Importância do projeto para a formação em saúde
De acordo com o diretor do Samu, os monitores têm papel essencial na execução do projeto, atuando diretamente na orientação das crianças e na multiplicação do conhecimento.
A participação também contribui para a formação prática e cidadã dos acadêmicos envolvidos.
