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Quarta-feira, 11 de Março 2026

Notícias/Política

Rayfran Beirão nega envolvimento em esquema apurado na operação Vinculum

Em nota, deputado estadual afirma desconhecer detalhes da investigação da PF e TRE/AP, mas se coloca à disposição para esclarecimentos, mencionando operação de 2022 quando não era parlamentar.

Rayfran Beirão nega envolvimento em esquema apurado na operação Vinculum
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O deputado estadual Rayfran Beirão (Solidariedade) divulgou nesta terça-feira (13) uma nota de esclarecimento sobre a Operação Vinculum, deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com a Procuradoria Regional Eleitoral no Amapá, que teve como alvo a Assembleia Legislativa do estado e, especificamente, seu gabinete parlamentar.

Na nota, o deputado afirma que ainda não teve acesso aos detalhes do processo que originou a operação de busca e apreensão, alegando sigilo. Ele também declara desconhecer os fatos narrados no comunicado da Polícia Federal, que investiga um suposto esquema de apropriação indevida de recursos públicos através da nomeação de servidores fantasmas.

Rayfran Beirão "reafirma seu total compromisso em esclarecer os fatos e nega veementemente qualquer envolvimento em atos dessa natureza".

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O deputado levanta um ponto importante em sua defesa. Segundo informações preliminares que recebeu, a Operação Vinculum se basearia em fatos que teriam ocorrido em 2022 e que já foram alvo de uma operação anterior, denominada "Pretium", em março de 2023. Rayfran Beirão ressalta que em 2022 ele sequer exercia o cargo de deputado estadual e não teve qualquer ligação com os investigados naquela operação.

Ao longo de sua nota, o parlamentar do Vale do Jari enfatiza que sempre pautou sua atuação na ética e na defesa da população do Amapá, que o elegeu para o parlamento. Ele expressa convicção de que todos os fatos serão devidamente esclarecidos e sua inocência comprovada, colocando-se à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários.

A Operação Vinculum, conforme noticiado anteriormente, cumpriu seis mandados de busca e apreensão na Alap e em residências ligadas aos investigados, além de determinar o bloqueio de até R$ 1,4 milhão. A investigação apura a suspeita de nomeação de servidores fantasmas que repassariam parte de seus salários a parlamentares ou intermediários.

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