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Quarta-feira, 15 de Abril 2026

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Amapá prende 26 condenados por crimes sexuais na Operação Artemísia; veja detalhes

Ação das polícias Civil e Federal ocorreu nesta quarta (3) e cumpriu mandados no Amapá e Pará.

Amapá prende 26 condenados por crimes sexuais na Operação Artemísia; veja detalhes
Resultados da operação foram divulgados nesta quarta-feira na sede da Polícia Federal, em Macapá. Foto: Marcelle Corrêa
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A Operação Artemísia, realizada nesta quarta-feira (3), prendeu 26 condenados por crimes sexuais no Amapá e no Pará. A ação é integrada entre a Polícia Civil, Polícia Federal e Secretaria de Segurança Pública do Amapá.

Segundo o governo estadual, os alvos possuem condenações definitivas por estupro de vulnerável e outros crimes contra a dignidade sexual.

O que é a Operação Artemísia e quantas prisões já foram feitas?

A ação já contabiliza 26 prisões em dois estados:

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  • 25 no Amapá
  • 1 no Pará

Outros alvos seguem sendo monitorados em Manaus e no Paraná.
A operação é coordenada pela Delegacia de Capturas da Polícia Civil (DECCP) e pelo Grupo de Capturas da PF (GCAP/PF).

Como a operação foi planejada?

A Artemísia foi estruturada em três fases:

  1. Inteligência e investigação (novembro)
    – mapeamento dos condenados;
    – conferência de sentenças;
    – montagem das fichas criminais.
  2. Localização dos alvos
    – equipes da PC e PF confirmaram endereços e rotinas dos condenados.
  3. Cumprimento dos mandados (hoje, dia 3)
    – prisões simultâneas no Amapá e Pará;
    – buscas por outros condenados em outros estados.

Quem são os alvos da Operação Artemísia?Segundo a Polícia Federal, todos os alvos possuem sentenças definitivas por:

  • Estupro
  • Estupro de vulnerável
  • Crimes contra crianças e adolescentes
  • Outras violações da dignidade sexual

A PF informou que as vítimas tinham entre 5 e 17 anos.

O que dizem as autoridades sobre a operação?

O secretário de Segurança Pública, Cézar Vieira, afirmou que a operação reforça o combate a crimes sexuais, considerados hediondos pela lei.

O superintendente da PF no Amapá, Milton Neves, destacou que a prisão dos condenados é essencial para completar o ciclo da Justiça. “Não adianta investigar e obter uma condenação se não houver a prisão.”

Ele também reforçou o pedido para que a população forneça informações sobre foragidos.

A operação continua?

Sim. A equipe da Polícia Civil informou que novos mandados podem ser cumpridos nas próximas horas.

A PF também segue com buscas em outros estados para localizar condenados que não foram encontrados nos endereços iniciais.

De Bubuia

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