A Operação Artemísia, realizada nesta quarta-feira (3), prendeu 26 condenados por crimes sexuais no Amapá e no Pará. A ação é integrada entre a Polícia Civil, Polícia Federal e Secretaria de Segurança Pública do Amapá.
Segundo o governo estadual, os alvos possuem condenações definitivas por estupro de vulnerável e outros crimes contra a dignidade sexual.
O que é a Operação Artemísia e quantas prisões já foram feitas?
A ação já contabiliza 26 prisões em dois estados:
- 25 no Amapá
- 1 no Pará
Outros alvos seguem sendo monitorados em Manaus e no Paraná.
A operação é coordenada pela Delegacia de Capturas da Polícia Civil (DECCP) e pelo Grupo de Capturas da PF (GCAP/PF).
Como a operação foi planejada?
A Artemísia foi estruturada em três fases:
- Inteligência e investigação (novembro)
– mapeamento dos condenados;
– conferência de sentenças;
– montagem das fichas criminais. - Localização dos alvos
– equipes da PC e PF confirmaram endereços e rotinas dos condenados. - Cumprimento dos mandados (hoje, dia 3)
– prisões simultâneas no Amapá e Pará;
– buscas por outros condenados em outros estados.
Quem são os alvos da Operação Artemísia?Segundo a Polícia Federal, todos os alvos possuem sentenças definitivas por:

- Estupro
- Estupro de vulnerável
- Crimes contra crianças e adolescentes
- Outras violações da dignidade sexual
A PF informou que as vítimas tinham entre 5 e 17 anos.
O que dizem as autoridades sobre a operação?
O secretário de Segurança Pública, Cézar Vieira, afirmou que a operação reforça o combate a crimes sexuais, considerados hediondos pela lei.
O superintendente da PF no Amapá, Milton Neves, destacou que a prisão dos condenados é essencial para completar o ciclo da Justiça. “Não adianta investigar e obter uma condenação se não houver a prisão.”
Ele também reforçou o pedido para que a população forneça informações sobre foragidos.
A operação continua?
Sim. A equipe da Polícia Civil informou que novos mandados podem ser cumpridos nas próximas horas.
A PF também segue com buscas em outros estados para localizar condenados que não foram encontrados nos endereços iniciais.
