A advogada Kamila Brenda da Costa Cortes dos Santos, que atuou como procuradora e corregedora adjunta da Macapá Previdências (MacapaPrev), passou a ser alvo de denúncias graves que ampliam a crise na previdência municipal de Macapá.
Ela é esposa de Leivo Rodrigues, ex-presidente da autarquia, e agora figura no centro de duas notícias-crime e duas representações na OAB/AP.
Mudança de atuação levanta suspeitas
Segundo as denúncias, após deixar o cargo em março de 2026, a advogada passou a atuar judicialmente contra a própria MacapaPrev e também em favor de empresas com contratos ativos com o órgão.
A atuação gerou questionamentos sobre possível conflito de interesses e uso de informações obtidas durante o período em que integrava a estrutura da autarquia.
OAB apura possíveis violações éticas
Nas representações apresentadas à Ordem dos Advogados do Brasil no Amapá, os apontamentos incluem:
- possível quebra de lealdade profissional
- uso de informações privilegiadas
- descumprimento de regras de quarentena
Também há relatos de assédio processual, com mais de 30 ações judiciais em curto período.
Denúncias criminais elevam gravidade
Na esfera criminal, os apontamentos incluem:
- patrocínio infiel e tergiversação
- denunciação caluniosa, por suposta imputação de crimes sem fundamento
Se confirmadas, as acusações podem resultar em penas de até 8 anos de prisão, além de sanções na OAB.
Caso amplia pressão sobre a MacapaPrev
O avanço das denúncias ocorre em meio à crise já instalada na MacapaPrev, apontada pela atual gestão como um dos principais problemas herdados.
As investigações agora devem aprofundar se há conexão entre os fatos e a condução anterior da autarquia.

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