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Quarta-feira, 15 de Abril 2026

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Assassino confessa execução, mas diz não saber que vítima era policial penal

Crime foi encomendado por detento do Iapen após desentendimento familiar envolvendo cobrança por obra inacabada

Assassino confessa execução, mas diz não saber que vítima era policial penal
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Marcos Luan Silva Carvalho, de 19 anos, preso pela morte do policial penal Estevam Carvalho Trindade, de 49 anos, confessou ter cometido o assassinato, mas afirmou que não sabia que a vítima era agente de segurança. A revelação foi feita durante nesta segunda-feira (21) pelo delegado Ederson Martel, da Coordenadoria de Inteligência e Operações.

Segundo as investigações, Marcos foi contratado por um detento do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) para executar a vítima. O crime aconteceu dentro da oficina mecânica de Estevam, localizada no município de Santana, a cerca de 17 quilômetros da capital.

“O executor recebeu fotos e a descrição de um ‘homem barbudo’ que estaria na retífica. Ele seguiu a ordem e só depois descobriu que havia matado um policial penal. Tentou fugir e se esconder, mas foi capturado pelas forças de segurança”, detalhou o delegado Martel.

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Execução encomendada por vingança

O mandante do crime é um interno do Iapen, que agiu por vingança após um conflito envolvendo seu sogro e Estevam Carvalho. Segundo a policia tudo começou quando Estevam cobrou de forma ríspida a finalização de uma obra malfeita. A cobrança teria sido feita com ameaças, e chegou aos ouvidos da filha do pedreiro, que relatou ao marido - o detento - o tom agressivo do policial.

A partir daí, o plano foi colocado em prática. O executor foi recrutado, orientado e recebeu as instruções diretamente de dentro do presídio. A vítima foi surpreendida e morta a tiros.

Prisões e novas investigações

Três pessoas foram presas em flagrante: o executor, o pedreiro e a filha dele. O mandante, que já estava preso, teve nova ordem de prisão expedida e está isolado. A polícia também apreendeu celulares dos envolvidos e pediu a quebra de sigilo para rastrear outros participantes.

“Já identificamos o envolvimento de outros internos do Iapen. As investigações continuam e todos responderão conforme determina a lei”, afirmou o delegado Martel.

De Bubuia

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