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Quarta-feira, 13 de Maio 2026
Notícias/Política

Citada pela PF em investigação milionária, Rayssa oficializa pré-candidatura ao Senado

Pré-candidata ao Senado falou sobre trajetória pessoal, mas não comentou depósitos de R$ 3 milhões citados pela PF envolvendo ela e Furlan na Operação Paroxismo.

Citada pela PF em investigação milionária, Rayssa oficializa pré-candidatura ao Senado
Rayssa Furlan lançou pré-candidatura ao Senado sem comentar investigação da PF contra ela e Furlan.
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A ex-primeira-dama de Macapá, Rayssa Cadena Furlan, oficializou neste domingo (10) sua pré-candidatura ao Senado pelo Podemos. Em vídeo publicado nas redes sociais, ela destacou sua trajetória como médica, falou sobre representatividade feminina e sua caminhada política, mas não comentou as suspeitas levantadas pela Polícia Federal na Operação Paroxismo, também conhecida como Propinão da Saúde.

O silêncio chamou atenção porque o nome de Rayssa aparece em trechos da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou medidas da investigação conduzida pela Polícia Federal.

PF cita depósitos superiores a R$ 3 milhões

Segundo a investigação, relatórios da PF apontam movimentações bancárias consideradas suspeitas envolvendo empresas ligadas ao casal Furlan.

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A decisão judicial menciona depósitos fracionados que, somados, ultrapassariam R$ 3 milhões. Parte das movimentações teria como destino empresas apontadas como vinculadas a Rayssa Furlan e ao ex-prefeito Antônio Furlan, que renunciou ao cargo após denúncias de corrupção feitas pela Polícia Federal.

Entre as empresas citadas está a RCFS Médicos LTDA, apontada como ligada a Rayssa Cadena Furlan.

Pré-candidata segue sem comentar investigação

Mesmo aparecendo nos documentos analisados pelo STF, Rayssa não comentou as suspeitas no vídeo divulgado neste domingo.

A Operação Paroxismo investiga suspeitas de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro envolvendo contratos ligados à construção do Hospital Municipal de Macapá.

Até o momento, Rayssa Furlan não se pronunciou publicamente sobre os depósitos citados pela Polícia Federal.

De Bubuia

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