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Quarta-feira, 15 de Abril 2026

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Predadores: PF prende falso professor e padrasto acusados de abuso infantil

Dupla com antecedentes por crimes sexuais é detida por estupro de vulnerável e produção de material ilícito, após usar aulas particulares e relacionamentos com mães para acessar vítimas.

Predadores: PF prende falso professor e padrasto acusados de abuso infantil
Fotos:Polícia Federal
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A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (2) a Operação Predadores, que resultou na prisão de dois homens suspeitos de cometerem abusos sexuais contra crianças nos municípios de Macapá (AP) e Afuá (PA). As investigações revelam métodos perversos utilizados pelos criminosos para se aproximarem das vítimas, aproveitando-se da confiança de famílias e de relacionamentos pessoais.

Estratégias de manipulação e acesso

Um dos investigados, que se apresentava como professor particular, utilizava as aulas como pretexto para abusar sexualmente das crianças. Segundo a PF, ele aproveitava a confiança depositada pelas famílias para ter acesso direto a menores de idade, manipulando-os com presentes e comida para conquistar sua confiança.

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O outro suspeito adotava uma estratégia ainda mais sinistra: ele se envolvia romanticamente com mães solteiras com o objetivo principal de ter acesso aos seus filhos. Em um dos casos mais alarmantes identificados pela investigação, uma menor de idade foi utilizada como "isca" para atrair outras crianças, facilitando tanto os abusos quanto a produção de material com conteúdo criminoso.

Mandados cumpridos e antecedentes criminais

A operação resultou no cumprimento de dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão. As ações foram executadas no bairro Beirol, em Macapá, e na cidade de Afuá, no Pará. A Polícia Militar do Amapá e policiais militares de Afuá prestaram apoio fundamental à operação.

Ambos os alvos da Operação Predadores já possuíam antecedentes por crimes sexuais, o que reforça o caráter reiterado e premeditado de suas ações. Eles responderão por crimes graves, como estupro de vulnerável, além de produção, compartilhamento e armazenamento de material contendo abuso sexual infantojuvenil. As identidades dos investigados não foram divulgadas pelas autoridades, em conformidade com a legislação para proteção das vítimas e da investigação.

De Bubuia

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