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Quarta-feira, 15 de Abril 2026

Notícias/Geral

Prefeito Pedro DaLua recebe vigilantes com até 14 meses de salários atrasados

Mais de 600 vigilantes sem pagamento; prefeitura diz que dívida é da gestão Furlan, que renunciou após denúncias de corrupção feitas pela Polícia Federal.

Prefeito Pedro DaLua recebe vigilantes com até 14 meses de salários atrasados
Pedro DaLua recebe vigilantes que cobram salários atrasados após meses sem pagamento. Fotos: Cleito Souza
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O prefeito interino de Macapá, Pedro DaLua, recebeu nesta segunda-feira (13) uma comissão de vigilantes da Cooperativa Prosseg que cobram o pagamento de até 14 meses de salários atrasados. Segundo a categoria, mais de 600 trabalhadores foram afetados e atualmente estão sem renda.

Os profissionais atuavam em escolas, praças e outros prédios públicos do município. A cooperativa mantinha contrato com as secretarias de Educação e Turismo. Durante a reunião, os vigilantes relataram dificuldades financeiras e impacto direto na subsistência das famílias.

A atual gestão informou que a situação é resultado de contratos e débitos deixados pela administração anterior do ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan, que renunciou ao cargo após denúncias de corrupção feitas pela Polícia Federal. O município afirma que fará um levantamento detalhado antes de qualquer decisão sobre pagamento.

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“Sabemos da gravidade do problema e do sofrimento dessas famílias. Não foi a nossa gestão que gerou essa dívida, mas é nossa responsabilidade buscar uma solução. Vamos fazer um levantamento criterioso para entender a real situação e, a partir disso, encontrar caminhos legais para viabilizar o pagamento”, afirmou Pedro DaLua.

Mais de 600 vigilantes afetados

De acordo com os trabalhadores, o atraso já ultrapassa um ano em alguns casos. Muitos relataram dificuldades para pagar aluguel, alimentação e contas básicas desde a interrupção dos pagamentos.

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Após o encontro, o vigilante Wendel Carvalho falou sobre a expectativa da categoria. “A gente já não sabia mais a quem recorrer. São mais de um ano sem receber, pais e mães de família passando necessidade. O que queremos é dignidade e o que é nosso por direito. Saímos daqui com esperança de que dessa vez a situação vai ser resolvida”, disse.

Prefeitura promete análise e nova licitação

Além da apuração dos débitos, a prefeitura informou que deve iniciar um novo processo licitatório para regularizar os serviços de vigilância nos prédios públicos e retomar as atividades.

A gestão municipal informou que o caso será tratado como prioridade e que uma resposta aos trabalhadores deve ser apresentada após a conclusão do levantamento técnico e jurídico.

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