Quase 7 mil servidores da educação do Amapá terão reforço direto no salário a partir deste mês. O governador Clécio Luís anunciou que funcionários da Unidade Descentralizada de Execução da Educação (UDE) passarão a receber auxílio-alimentação de R$ 500, benefício inédito para a categoria.
O anúncio foi feito na segunda-feira (6) e alcança 6.924 profissionais que atuam nas escolas estaduais e também na sede da Secretaria de Estado da Educação. Estão entre os beneficiados cargos como faxineiro, cozinheiro, assistente administrativo, inspetor, porteiro e outros serviços gerais.
“Esse benefício chega para aliviar o dia a dia, garantir mais segurança na mesa de casa e dar um respiro no orçamento. É um reconhecimento concreto, que impacta diretamente na qualidade de vida de cada trabalhador e trabalhadora e reforça a importância de quem faz a educação acontecer todos os dias", destacou o governador Clécio Luís.
Quem vai receber o novo auxílio na educação do Amapá
O auxílio-alimentação será pago já a partir deste mês de abril e, segundo o governo, representa aumento de 27% na remuneração de 91% dos servidores da UDE.
A medida alcança uma categoria que atua diretamente no funcionamento diário das escolas estaduais. São profissionais responsáveis por manter a estrutura em pé e o ambiente escolar em funcionamento, mesmo fora da sala de aula.
Pacote de valorização reforça semana da educação
O pagamento do benefício foi anunciado em uma semana marcada por ações voltadas à valorização dos profissionais da educação. Entre elas está o reajuste de 5,4% no salário do magistério.
De acordo com o governo, desde o início de 2023 os ganhos acumulados da categoria já chegam a 38,93%. A gestão também destaca a concessão de mais de 11 mil progressões verticais, mais de mil progressões horizontais e gratificações por aperfeiçoamento.
O que muda para os servidores da UDE
Na prática, o auxílio de R$ 500 cria um reforço fixo no orçamento de milhares de trabalhadores que historicamente não contavam com esse tipo de benefício. O anúncio também amplia o discurso de valorização dos profissionais que sustentam a rotina da rede estadual de ensino.
Com a nova medida, o governo tenta consolidar uma agenda que combina reajuste, progressão e benefício direto, mirando uma base de servidores que atua nos bastidores, mas é essencial para o funcionamento das escolas.

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