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Quarta-feira, 15 de Abril 2026

Notícias/Justiça

Seletivo da Educação entra na mira do MP após irregularidades da gestão Furlan

Após recomendação do Ministério Público por possíveis irregularidades no PSS da Semed, caso reacende impactos da gestão anterior, mesmo após renúncia do ex-prefeito.

Seletivo da Educação entra na mira do MP após irregularidades da gestão Furlan
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O Ministério Público do Amapá recomendou a suspensão imediata do Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026 da Secretaria Municipal de Educação de Macapá, após identificar possíveis irregularidades, especialmente relacionadas à 3ª convocação. A medida, publicada nesta sexta-feira (10), expõe mais um problema administrativo que atinge a estrutura da prefeitura mesmo após a renúncia do ex-prefeito Antônio Furlan, em 5 de março, um dia depois de ser alvo de operação da Polícia Federal.

LEIA AQUI A RECOMENDAÇÃO

Segundo a recomendação, a Promotoria de Defesa da Educação aponta “inconsistências administrativas relevantes” na condução do processo seletivo e determina a paralisação imediata até o saneamento das falhas. O documento também exige o envio de provas ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e à Promotoria do Patrimônio Público. 

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Suspensão imediata e contratação emergencial

O Ministério Público foi além da suspensão. A recomendação determina que a Secretaria Municipal de Educação adote providências urgentes para contratação emergencial de professores, justamente para evitar prejuízos ao ano letivo e garantir continuidade do serviço público educacional. 

A medida revela um cenário preocupante: o processo que deveria reforçar a rede municipal acabou se tornando alvo de questionamentos e risco de paralisação, obrigando a administração a buscar soluções emergenciais.

Danos que atravessam a mudança de gestão

Embora Antônio Furlan tenha renunciado à Prefeitura de Macapá em 5 de março, após operação da Polícia Federal, os efeitos administrativos da sua gestão continuam sendo sentidos. Desta vez, o impacto atinge diretamente a educação municipal, área sensível que depende de planejamento e regularidade para evitar prejuízo aos alunos.

A recomendação do Ministério Público indica que o problema não é pontual. Ao determinar suspensão, contratação emergencial e envio de documentos para órgãos de controle, o MP sinaliza que as falhas podem ter reflexos administrativos e, eventualmente, jurídicos.

Alerta para a continuidade das aulas

O documento destaca que o direito à educação deve ser garantido de forma contínua e eficiente, sem interrupções que prejudiquem estudantes. Por isso, a Promotoria exige medidas imediatas para assegurar professores em sala e evitar impacto no calendário escolar. 

A recomendação fixa ainda prazo de 10 dias para que a Secretaria comprove as providências adotadas. O caso agora passa a ser acompanhado pelo Ministério Público e pode ter novos desdobramentos conforme a apuração das irregularidades.

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