A notícia de uma suposta pesquisa interna que circulou em grupos de WhatsApp de Macapá causou mais controvérsia do que exaltação, ao invés de alavancar o prestígio de seus supostos "favoritos". A postagem, que apontava o senador Lucas Barreto e a primeira-dama de Macapá, Rayssa Furlan, na liderança das intenções de voto para o Senado Federal em 2026, gerou uma onda de críticas e desconfiança entre os participantes dos grupos.
A reação negativa se deu, principalmente, pela distância atribuída a figuras políticas de peso no cenário amapaense que, segundo a pesquisa, estariam muito atrás de Lucas Barreto e Rayssa Furlan. Nomes como o senador Randolfe Rodrigues, que já confirmou sua intenção de concorrer ao pleito, o deputado federal Acácio Favacho, e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes – ambos potenciais candidatos ao cargo – apareceram em posições, segundo a postagem, baixas no levantamento.

A credibilidade em xeque
A disparidade dos resultados com a percepção política local levantou questionamentos sobre a autenticidade da pesquisa, embora seja interna. Nos grupos de mensagens, a reação unânime foi de incredulidade, com muitos usuários expressando ceticismo sobre os números apresentados.
O debate gerado pela suposta pesquisa sublinha a efervescência do cenário político amapaense com vistas às eleições de 2026, e a importância da análise crítica das informações que circulam, principalmente em um contexto pré-eleitoral.
