Mesmo em um cenário econômico mais restritivo, o Banco da Amazônia (Basa) fechou 2025 com resultados robustos, ampliando crédito, diversificando operações e consolidando seu papel estratégico no desenvolvimento da região. A instituição registrou lucro líquido de R$ 1,1 bilhão e expandiu sua carteira de crédito em 20,4%, alcançando R$ 66,8 bilhões.
“O ano de 2025 foi marcado por desafios importantes, mas também por avanços consistentes. Crescemos com responsabilidade e foco no desenvolvimento sustentável da Amazônia”, afirmou o presidente do banco, Luiz Lessa.
O crescimento foi puxado pela expansão das contratações e pelo fortalecimento da estratégia comercial. As receitas totais avançaram 22,3%, com destaque para a intermediação financeira.
A Margem Financeira Bruta cresceu 17,6%, impulsionada principalmente pelas rendas de crédito, que subiram 31%, e pelo desempenho da tesouraria, com alta de 39%.
Os programas voltados ao desenvolvimento regional ganharam força. O PRONAF quase dobrou de tamanho, com cerca de R$ 2,7 bilhões em contratações.
O microcrédito produtivo avançou 142%, ampliando o acesso de pequenos empreendedores ao financiamento. Já o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) cresceu 31% e bateu novos recordes, reforçando seu papel como principal instrumento de fomento da região.
Banco da Amazônia avança na agenda climática e ganha projeção internacional
Em 2025, o banco também intensificou sua atuação na agenda ambiental. A participação na COP30, em Belém, ampliou a visibilidade institucional e fortaleceu conexões estratégicas.
A instituição ainda avançou em parcerias internacionais, com captação de recursos junto à Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e ao Banco Mundial, ampliando a capacidade de financiar projetos sustentáveis na Amazônia.
Transformação digital e novos negócios ampliam presença no mercado
O Banco da Amazônia acelerou a digitalização dos serviços e diversificou suas fontes de receita. Novas frentes como cartão de crédito, consórcios e adquirência ampliaram a atuação no sistema financeiro.
A base de clientes superou 1,2 milhão, com crescimento de 15,6% no segmento pessoa jurídica. As transações digitais passaram a liderar o relacionamento com o público.
Outro destaque foi a inauguração do primeiro Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém, reforçando o apoio à cultura e à economia criativa.
Resultado consolida crescimento e estratégia de longo prazo
Somente no quarto trimestre, o banco registrou lucro de R$ 305,5 milhões, alta de 11,7% em relação ao mesmo período de 2024.
“Seguimos avançando na construção de um banco mais moderno, eficiente e próximo dos clientes, ampliando o crédito com responsabilidade e fortalecendo a economia da Amazônia”, completou Lessa.
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