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Quinta-feira, 16 de Abril 2026

Notícias/Geral

Enquanto artistas nacionais faturam milhões, locais levam calote de Furlan

Enquanto atrações nacionais milionárias como Pedro Sampaio (R$ 350 mil), É o Tchan (R$ 350 mil) e Simone Mendes (R$ 900 mil), Henry Freitas (R$ 500 mil), Ferrugem (R$ 270 mil), Thiaguinho (R$ 700 mil), Barões da Pisadinha (R$ 700 mil), Patati Patata (R$ 160 mil) embolsam cerca de R$ 4 milhões em cachês antes de pisarem no palco, os artistas locais vivem com pires nas mãos.

Enquanto artistas nacionais faturam milhões, locais  levam calote de Furlan
Prefeito Furlan deixa claro sua preferência por artistas nacionais priorizando o pagamento dos mesmos e deixando os cantores locais na mão
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Enquanto atrações nacionais milionárias como Pedro Sampaio (R$ 350 mil), É o Tchan (R$ 350 mil) e Simone Mendes (R$ 900 mil), Henry Freitas (R$ 500 mil), Ferrugem (R$ 270 mil), Thiaguinho (R$ 700 mil), Barões da Pisadinha (R$ 700 mil), Patati Patata (R$ 160 mil) embolsam cerca de R$ 4 milhões em cachês antes de pisarem no palco, pagos pela Prefeitura de Macapá, os artistas locais vivem com pires nas mãos.

Para quem é de fora é dado um tratamento vip já para os artistas de Macapá a situação é bem diferente. No início de outubro, a cantora Suellen Braga, referência da noite amapaense, perdeu a paciência com o descaso do prefeito Furlan com os artistas locais e foi às redes sociais expor o calote sistemático nos artistas locais.

Ela é apenas um exemplo de inúmeros artistas que por medo de represália não tem a mesma coragem de denunciar.  

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Segundo os artistas, a desculpa dada pela presidente da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), Luara Albuquerque, é de quem sempre vai ser pago no mês seguinte e assim os cantores vão sendo enrolados.

Medo de represálias

Em meio à frustração, muitos artistas preferem manter o anonimato por medo de represálias. Eles temem que, se cobrarem publicamente seus direitos, sejam excluídos de futuras apresentações e oportunidades na cidade.

Um histórico de descaso

O descaso com os artistas locais parece ser um padrão na gestão do Prefeito Antônio Furlan. Desde o início do mandato, ele vem priorizando atrações nacionais em detrimento dos talentos da terra, repetindo a velha prática da "política do pão e circo".

De Bubuia

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