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Sexta-feira, 13 de Fevereiro 2026

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Cinco tiros, quatro facadas e um silêncio no fim da ponte da 16ª Avenida do Congós

Reginaldo veio de Afuá para operar o apêndice, recebeu alta e foi visitar a irmã. Horas depois, foi executado numa área dominada por facção.

Cinco tiros, quatro facadas e um silêncio no fim da ponte da 16ª Avenida do Congós
Foto: Portal Seles Nafes/Olho de Boto
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Nesta quinta-feira (24), a polícia do Amapá deu início às investigações sobre a execução brutal de Reginaldo Costa Ferreira, de 20 anos, ocorrida na noite da última quarta-feira (23) em uma área de pontes no bairro Congós, zona sul de Macapá.

O jovem, natural de Afuá (PA) , estava na capital para um tratamento de saúde e foi morto horas antes de retornar ao seu município de origem. Pela característica dos ferimentos - cinco tiros na cabeça e quatro facadas no peito - e o local do crime, tudo indica que se tratou de uma execução, com a Polícia Científica já confirmando os ferimentos e não descartando a hipótese de envolvimento do crime organizado.

Visita à irmã em área de facção precede homicídio

Reginaldo Costa Ferreira havia chegado a Macapá há apenas três dias para realizar uma cirurgia de apendicite. Após receber alta do Hospital de Emergências, ele decidiu visitar sua irmã, que reside em uma área de passarelas na 16ª Avenida, conhecida por ser dominada por uma facção criminosa.

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Era a primeira vez do jovem no local, e ele planejava retornar a Afuá na manhã seguinte ao crime. Segundo relatos da família, no início da noite de quarta-feira, três homens se aproximaram a pé e chamaram por Reginaldo. Ele foi levado até o fim da ponte, onde seu corpo foi encontrado brutalmente assassinado pouco depois.

Um fim injusto para um trabalhador rural

Reginaldo Costa Ferreira trabalhava como regatão, vendendo mercadorias em embarcações que percorrem as comunidades ribeirinhas. Essa rotina comum na região teve um fim trágico na capital amapaense, deixando a comunidade e a família em luto. Até o momento, nenhum dos criminosos foi identificado. As autoridades pedem a colaboração da população para solucionar o caso. Por enquanto não há informações sobre o histórico da vítima.

Denúncias que possam auxiliar nas investigações podem ser feitas através do 190.

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