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Domingo, 15 de Março 2026

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Técnica de enfermagem é presa com anestésicos potentes e cocaína

Servidora desde 2013, com salário de R$ 8,5 mil, foi flagrada com anestésicos controlados e cocaína durante a Operação Cura Reversa.

Técnica de enfermagem é presa com anestésicos potentes e cocaína
Operação da Polícia Civil prende técnica de enfermagem da rede pública em Macapá por tráfico de drogas
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A Polícia Civil do Amapá prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (9), a técnica de enfermagem Givanilda Amanajás Rocha, de 37 anos, durante a Operação Cura Reversa, em Macapá. Ela é servidora pública desde 18 de dezembro de 2013 e atua no Hospital da Criança e do Adolescente, onde está lotada na UTI.

Segundo a investigação, a prisão ocorreu no momento em que a profissional aguardava em frente ao Pronto Atendimento Infantil (PAI), onde faria a entrega de medicamentos de uso controlado.

Medicamentos e drogas apreendidos

Durante a abordagem, policiais da Denarc encontraram na bolsa da servidora ampolas lacradas de fentanil, midazolam e cetamina, medicamentos anestésicos de uso restrito e controle rigoroso.

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Em diligência posterior na residência de Givanilda, a equipe localizou outras ampolas das mesmas medicações e seis porções de cocaína.

Perfil funcional da presa

De acordo com dados oficiais, Givanilda Amanajás Rocha ingressou no serviço público estadual em 2013. Atualmente, recebe salário bruto médio de R$ 8.501,11 e exerce suas funções em unidade hospitalar voltada ao atendimento infantil.

A investigação apura como os medicamentos hospitalares saíram do controle institucional e qual seria o destino do material apreendido.

O que diz a Polícia Civil

Segundo o delegado Leonardo Alves, a prisão em flagrante confirma informações de inteligência já levantadas pela Denarc.

Ele afirmou que, em fase anterior da investigação, foram apreendidos mais de 150 frascos já utilizados de cetamina. “São medicamentos controlados, e o porte, transporte, armazenamento ou venda fora das normas pode caracterizar tráfico ilícito de drogas”, explicou.

A servidora foi conduzida à delegacia e permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar possíveis envolvidos e a origem dos medicamentos.

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