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Terça-feira, 28 de Abril 2026

Notícias/Política

Crise se agrava, Mário Neto pode não assumir PMM e plano de Furlan sofre novo golpe

Pagamentos no dia do afastamento, suspeitas de obstrução e destruição de provas ampliam crise, travam sucessão e afastam cada vez mais o projeto de Furlan ao governo.

Crise se agrava, Mário Neto pode não assumir PMM e plano de Furlan sofre novo golpe
Crise avança, sucessão trava e desgaste político afasta Furlan e Mário Neto do comando da capital.
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O afastamento de Mário Neto do comando da Prefeitura de Macapá deixou de ser uma possibilidade e passou a ser tratado, nos bastidores políticos e jurídicos, como consequência direta do avanço das investigações. Os elementos reunidos no inquérito da operação Paroxismo apontam para um cenário que vai além de irregularidades administrativas e alcança suspeitas de obstrução das apurações no coração da estrutura municipal.

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Segundo os autos da operação Paroxismo, pagamentos milionários foram autorizados exatamente no dia do afastamento do prefeito Antônio Furlan, do próprio vice Mário Neto e da então secretária de Saúde, Erika Aymoré.

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A coincidência temporal é tratada pelos investigadores como um dos pontos mais sensíveis do caso, levantando a hipótese de movimentações destinadas a dificultar a rastreabilidade de recursos e comprometer a produção de provas.

Pagamentos no dia do afastamento

As investigações apontam que as liberações financeiras ocorreram quando a gestão já enfrentava medidas judiciais. A autorização dos pagamentos é atribuída a Mário Neto, que ocupava a Secretaria de Finanças e tinha controle direto sobre a execução orçamentária.

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Para os investigadores, a sequência dos fatos indica uma atuação que, em tese, pode ter contribuído para dificultar o avanço das apurações. 

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O foco agora é identificar a origem dos valores, os destinatários e a finalidade das transferências realizadas naquele momento crítico.

Suspeitas de destruição de provas e coação

Outro eixo da investigação envolve indícios de destruição de documentos e possível coação de testemunhas. Esses elementos reforçam, segundo a leitura técnica do caso, a necessidade de manutenção do afastamento para preservar a integridade das investigações.

O conjunto das suspeitas, ainda sob apuração, inclui:

  • liberação de pagamentos em momento sensível
  • movimentações financeiras consideradas atípicas
  • possível destruição de documentos
  • indícios de tentativa de interferência em testemunhas
  • suspeita de obstrução das investigações

A gravidade potencial desses pontos elevou o caso a um patamar institucional mais delicado.

Câmara avalia desdobramentos políticos

Nos bastidores da Câmara Municipal, o cenário é de tensão. Parlamentares já discutem possíveis desdobramentos caso as suspeitas sejam confirmadas, incluindo medidas que podem levar à perda definitiva de mandato.

A situação é acompanhada com cautela, mas a leitura predominante é de que o caso pode resultar em uma das maiores crises políticas recentes da capital.

Efeito atinge entorno político de Furlan

O avanço das investigações também repercute no cenário político mais amplo. O caso atinge diretamente o entorno do ex-prefeito Antônio Furlan, já que Mário Neto era seu vice e figura central na estrutura administrativa.

Com o aprofundamento das apurações, a crise passa a ter impacto direto sobre o capital político do grupo, ampliando o desgaste público e aumentando a pressão institucional.

Caso entra em fase decisiva

O afastamento tende a se prolongar enquanto as diligências continuam. A investigação agora busca consolidar provas documentais, mapear movimentações financeiras e ouvir novos depoimentos.

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O que começou como um episódio administrativo evoluiu para uma investigação com potencial de redefinir o cenário político local.

A permanência de Mário Neto fora do comando da Prefeitura passa a ser tratada como medida necessária diante da gravidade dos fatos ainda sob apuração.

Entenda o caso

O vice-prefeito de Macapá, Mário Neto, foi afastado do cargo no dia 4 de março de 2026, por decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, durante a segunda fase da Operação Paroxismo, da Polícia Federal. A medida também atingiu o então prefeito Antônio Furlan e a secretária municipal de Saúde.

Segundo as investigações, há indícios de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro relacionados ao contrato da construção do Hospital Geral Municipal de Macapá, com uso de recursos federais oriundos de emendas parlamentares.

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