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Domingo, 01 de Fevereiro 2026

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Casal monstro é preso por abusar e filmar crianças da própria família no Amapá

Vítimas tinham 6, 10 e 13 anos; casal foi preso nesta segunda (26) por estupro de vulnerável e crimes de pornografia infantil.

Casal monstro é preso por abusar e filmar crianças da própria família no Amapá
A mulher investigada, de 22 anos, foi presa em uma residência no bairro Marabaixo IV. Foto: Policia Civil
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Nesta segunda-feira (26), a polícia cumpriu mandados de prisão preventiva contra um casal investigado por estupro de vulnerável e crimes relacionados à produção e ao armazenamento de pornografia infantil no estado do Amapá.

Crianças foram abusadas sexualmente de forma reiterada dentro do próprio ambiente familiar e tiveram os crimes registrados em vídeo. A investigação aponta uma dinâmica de violência contínua, sustentada por vínculos de parentesco e confiança usados para silenciar vítimas em situação extrema de vulnerabilidade.

Prisões cumpridas em Macapá

Foram executados dois mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão domiciliar. Um dos investigados, homem de 32 anos, teve a ordem judicial cumprida dentro do Iapen, onde já se encontrava custodiado por outro crime de estupro de vulnerável.

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A mulher investigada, de 22 anos, foi presa em uma residência no bairro Marabaixo IV, na zona oeste de Macapá.

Crimes apontados pela investigação

Segundo a Polícia Civil do Amapá, o casal é investigado por:

·        três crimes de estupro de vulnerável majorado

·        três crimes de produção ou registro de pornografia infantil, com agravante de parentesco

·        três crimes de armazenamento de registros de cena de sexo envolvendo criança ou adolescente

Os delitos são classificados como crimes hediondos, conforme a legislação penal brasileira.

Onde a violência ocorria

Os crimes teriam sido praticados no distrito do Cupixi, no município de Porto Grande, onde o casal residia à época dos fatos.

Após a prisão do homem por outro crime sexual contra criança, no ano passado, a mulher deixou Porto Grande e passou a morar em Macapá.

Parentesco agravou a brutalidade

As vítimas, com 6, 10 e 13 anos, mantinham vínculo de parentesco com os investigados. A polícia aponta que essa relação foi determinante para a prática continuada dos crimes, cometidos no interior da própria família, longe de qualquer proteção imediata.

O ambiente doméstico, que deveria ser espaço de cuidado, foi apontado pela investigação como o local onde os abusos se repetiram ao longo do tempo.

O inquérito policial segue em andamento para a conclusão das diligências e eventual responsabilização penal dos investigados.

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