Relatos de desorganização, atrasos e prejuízo a candidatos marcaram o concurso público da Guarda Civil Municipal e da CTMac, o primeiro realizado pela gestão do prefeito Furlan após seis anos no comando da Prefeitura de Macapá.
O certame, que mobilizou cerca de 18 mil inscritos, virou alvo de críticas nas redes sociais e em grupos de candidatos, com denúncias de mudança de locais, salas fechadas, falta de organização e até retirada de candidatos durante a prova.
Primeiro concurso em seis anos e falhas na aplicação
O concurso, organizado pelo Instituto Ágata, é o primeiro concurso público promovido pela Prefeitura de Macapá durante os seis anos da gestão Furlan, o que ampliou a expectativa dos candidatos e também o impacto negativo das falhas relatadas.
Segundo participantes, houve mudança de locais sem comunicação clara, divergência de horários informados nos cartões de inscrição e dificuldades para localizar salas e nomes nas listas.
Relatos de prejuízo aos candidatos
Em mensagens compartilhadas em grupos de WhatsApp, candidatos afirmam que chegaram aos locais indicados e encontraram escolas fechadas, outras em reforma ou com salas ainda sendo organizadas após o horário previsto para início das provas.
Há relatos de candidatos que chegaram dentro do horário informado, mas foram impedidos de realizar a prova. Em um dos casos, um candidato afirma que já havia iniciado o exame quando foi retirado da sala.
Confusão dentro das salas e fiscalização questionada
Além dos problemas de acesso, participantes relatam desorganização dentro das salas, com excesso de conversas, fiscalização falha e candidatos com celulares ligados.
Em alguns locais, segundo os relatos, os horários não foram marcados corretamente, o que levantou questionamentos sobre a lisura do controle do tempo de prova.
Repercussão cresce e pedidos de recurso surgem
Após a aplicação das provas, a revolta se espalhou nas redes sociais. Candidatos afirmam que vários foram prejudicados e já discutem a apresentação de recursos e registros de boletim de ocorrência.
Para muitos participantes, o episódio transformou o primeiro concurso da gestão Furlan em seis anos em um símbolo de desorganização administrativa e falha na execução de um processo público de grande impacto social.

Comentários: