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Sexta-feira, 13 de Fevereiro 2026

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Condenados três acusados por homicídio ligado a facção em Santana

Ministério Público obteve penas de até 29 anos em julgamento pelo assassinato de Jeferson Alan Lobato, ocorrido em 2021.

Condenados três acusados por homicídio ligado a facção em Santana
Foto: Ilustração
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O Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP) conseguiu a condenação de três acusados pela morte de Jeferson Alan Lobato, ocorrida em 12 de agosto de 2021, em Santana. O julgamento aconteceu na última quinta-feira (11), no Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal do município, sob presidência do juiz Julle Mota e com atuação do promotor de justiça Horácio Coutinho.

Como o crime foi planejado e executado em Santana

De acordo com a denúncia apresentada em abril de 2022, a vítima foi morta por motivo torpe, relacionado à disputa entre facções criminosas.

  • Benedito Lima Carvalho, conhecido como “Caverna” ou “Bena”, e Vanderson Nunes da Silva (falecido antes da denúncia) coordenaram o crime e monitoraram sua execução.
  • Larissa dos Santos Carvalho, ex-namorada de Jeferson, atraiu a vítima para a emboscada.
  • Alex Gomes de Oliveira efetuou os disparos.
  • Edson Pinheiro de Carvalho teria auxiliado na fuga de Alex, mas acabou absolvido.

Penas aplicadas pelo Tribunal do Júri de Santana

Na sentença, o magistrado destacou a premeditação, o uso de arma de fogo e a atuação de facção criminosa em Santana. As penas foram definidas da seguinte forma:

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  • Alex Gomes de Oliveira: 22 anos e 22 dias de reclusão (homicídio qualificado e organização criminosa).
  • Benedito Lima Carvalho: 29 anos, 5 meses e 7 dias de reclusão (homicídio qualificado, reincidência e maus antecedentes).
  • Larissa dos Santos Carvalho: 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão (homicídio qualificado).
  • Edson Pinheiro de Carvalho: absolvido com base no art. 386, III, do Código de Processo Penal.

MP-AP reforça combate à criminalidade organizada

O caso foi inicialmente conduzido pelo promotor Rodrigo Celestino Pinheiro Menezes, que apresentou a denúncia em 2022. No julgamento, o promotor Horácio Coutinho sustentou a acusação.
“O crime foi praticado em plena luz do dia, com premeditação e por disputa entre organizações criminosas. A vítima foi surpreendida e não teve chance de defesa”, afirmou.

De Bubuia

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