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Sexta-feira, 01 de Maio 2026
Notícias/Justiça

Furlan ignora investigação da PF e mantém secretário de obras, Cássio Cruz, acusado de corrupção e recebimento de propina

O secretário Cássio Cruz, que atua na linha de frente da gestão municipal, foi denunciado pelo empresário da Construção Civil, Claudiano Monteiro, como o agente político da capital que negociava as transações ilícitas iniciadas com pagamento de 5% e, posteriormente, 20% do valor de mais de R$ 10 milhões da obra da Praça Jacy Barata.

Furlan ignora investigação da PF e mantém secretário de obras, Cássio Cruz, acusado de corrupção e recebimento de propina
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Passadas duas semanas da Operação Plattea, que levou a Polícia Federal a sua casa e ao gabinete na Prefeitura de Macapá, para cumprimento de mandados de busca e apreensão, o prefeito e candidato à reeleição Furlan (MDB), segue mantendo no cargo o secretário de Obras do município, Cássio Cunha, também um dos alvos e principal investigado no esquema de desvio de recursos públicos e recebimento de propina, paga pela empresa que assumiu a execução dos trabalhos de urbanização e paisagismo da Praça Jacy Barata Jucá, na orla da capital, inaugurada em junho deste ano.

O secretário Cássio Cruz, que atua na linha de frente da gestão municipal, foi denunciado pelo empresário da Construção Civil, Claudiano Monteiro, como o agente político da capital que negociava as transações ilícitas iniciadas com pagamento de 5% e, posteriormente, 20% do valor de mais de R$ 10 milhões do Contrato de Repasse da União. A propina teria alcançado o montante de R$ 500 mil em recursos desviados dos cofres públicos.

A Operação Plattea foi deflagrada pela Polícia Federal no dia 19 de setembro e cumpriu 10 mandados de busca e apreensão nos bairros Cabralzinho, Central, Laguinho e do Jardim Marco Zero, em Macapá. As ordens expedidas pela Justiça Federal foram solicitadas pela Procuradoria Regional da República da 1ª Região.

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Além do secretário de Obras de Macapá, Cássio Cruz, os investigados, entre eles o prefeito de Macapá, Dr Furlan, podem responder por crimes como de organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, concussão e lavagem de dinheiro.

De Bubuia

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